Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de junho de 2017

O Neto do Cabé



Cabé, o Cabezinho como era chamado, estava esperando o
Seu neto na estação de trem.
Imagine aquele caipira como ele estava vestido
Carça azul
Camisa marela e florzinha
Chapéu Meia Sola
E a botina descorada pra diabo.
O netinho chegou...
O menino era muito informatizado, na mão dele um celular e vídeo game.
- Ara netinho se cresceu, a modo  de ser um rapazinho!
Nóis vai lá no Sebastião, na venda dele!
- Vo pegá fumo de corda
- Mas Vô... tem lá rapadura?
- Tem netinho, tem sim!
Assim os dois foram até a venda
Cabé era muito simples, mas era muito rico,
Pois tinha achado ouro em suas terras.
- Ba tarde Compade Sebastião!
Ba tarde Cabé!
- O compade tá firme?
Firme igual o pau de sebo!
- Olha aí o meu netinho?
Sebastião responde:
- Tá moço, firme!
Naquela hora, parou uma camionete e saindo dela uma loira
Aquelas igual a de cinema.
Cabé, quando viu aquele monumento, seu
Coração bateu dez vezes do que o normal.
- Gente! Estou perdida!
- Alguém sabe aonde fica a fazenda de Santo Inácio?
Cabê responde:
- Mia fia! Eu sei sim! Fica grudado com a mia!
- Ai! Graças a Deus, estou salva! Qual é o seu nome?
- O meu é Cabé!
- Cabé?
Bom, risadinhas daqui e risadinhas de lá.
Cabé era viúvo e estava numa seca danada.
Mas a pergunta crucial da moça, foi fatal para Cabé.
- Viu Cabé! Você tem celular, Msn ou Facebook, para eu ter o contato com você, quando eu estiver na cidade?
- Hã, é.... moça... num sei o que isto não?
Ela deu muita risada...
Mas a salvação do dia foi o “netinho”
- Moça tudo você falou eu tenho! Me passa o seu e-mail, que eu passo o meu!
E assim Cabé estava salvo e nunca mais perderia o contato
Com a loira.
Até Sebastião queria também:
- O netinho, a modo de eu ficá sabendo desse troço que se falou! Se também não faz um pra mim?
Esse tar de emeio e aquele de propaganda um saitê?


Hoje até caipira tem internet!

sexta-feira, 31 de julho de 2015

DICIONÁRIO DAS F_A_L_A_S


Se entorpecido, gerúndio
Fala no sentido único
Abismado, reflexiona
Sublime, urgente
Furioso, doce
Visual, Jung
Louco, pacifico
Sutil, explodilhaço
Fresco, entregue
Triste, verdadeiro
Analógico, discórdia
Puro, peculiar
Inútil, precisa agendar
Involuntário, maior.

Eis alguém,
Mãos aos altos,
Cafeína,
Sertralina,
Enxaqueca,
Lápis que se quebra,
Olhos que sangram.
DORME ao seu tempo o ser poesia.


;-)0_C´0D1G0´;;j/;;0/;;/n/;;n/;-)OGIDOC



010000100101110010001000110010101010010100
101ConfiguradoFiguradoQuadradoEsquadro0101011
11001RepassadoPassadoAssadoCasado010101001
101AnalisadoCanalizadoPisadoCapisado1001100101
101RastreadoEstreadoDoLadoEstrelado10010110101
01EncriptadoEspiritadoIrritadoSorridado010101010101
01SintetizadoBalinizadoIonizadovazado100011010010
0101CodificavelRetornávelInflávelamável01010110101
01101000010010111001000100011001010101010101





domingo, 12 de julho de 2015

Julia Salgado


"Encantamento como duma fada... Flores por todos os lados que se passa"

J eito meigo e carinhoso de ser 
U nidade perfeita de amor e crer
Linda como as flores da montanha, rara
I nspirada pelos céus, pedra brilhante 
A mada por todos daqui  e dali, ela é a menina caminhante.

domingo, 1 de julho de 2012

Machadinho gato n°6 In Memorian (01/07/2012)



Bem pretinho
Tem olhos avermelhados
Olha triste ou pensando
Tem espírito de poeta
Triunfante
Consegue escrever
Com olhos
Ele observa tudo
E acompanha com cautela
Todos os seus amiguinhos gatos
Ele tem paz
Macho e fêmea 

domingo, 4 de setembro de 2011

Palavras Fúteis



Nem pensei pela manhã que você veria.
Estou escrevendo apenas palavras fúteis
Ao redor da minha cabeça vem você
Com olhos de deusa, é pura inocência

Eu vi você partiria
Vãs palavras e gestos inúteis
Só penso em você
Eu com olhos vermelhos
E não sóbria e real carência.


Gato n° 7 Pirulito In Memorian



No começo
Foi chamado de
Gianechini
Mas suas palhaçadas
O transformaram de
Pirulito
Que não sabe subir em muros
Apenas pular
Já foi salvo três vezes
Uma do carro
Duas das casas de fundo
Brinca todos os dias
É todo rajadinho
É lindo
Mas parece alma
De doutor Elemental

segunda-feira, 23 de março de 2009

Biografia Autorizada


CARLOS VANILLA, começou a escrever desde aos 15 anos, inspirado nos filmes estrangeiros, começou a desenvolver obras de ficção científica tipo roteiros para o cinema. . Nascido na cidade de Itapetininga-SP, começou a escrever poesias, contos, teses, documentários e peças de teatro em 2004. Já teve a oportunidade de apresentar os seus textos pela segunda vez na sua cidade para os grupos teatrais. Entre as peças apresentadas “Anatopéia” e “Brazilian Gay” No momento escreve o seu livro de ficção, Filhos do Céu, o qual promete ser uma grande polêmica a respeito dos anjos, revelando um lado desconhecido pela humanidade a de uma população existente no céu e tendo seus gigantescos problemas.
Ganhou também vários certificados na área da poesia entre elas podemos destacar : XI CONCURSO NACIONAL DE POESIA CRUZ E SOUZA- SÃO PAULO 2004, MAPA CULTURAL - SOROCABA-SP 2006, I CONCURSO LITERÁRIO DE CRÔNICAS DA CERES- SOROCABA-SP2005,II CONCURSO NACIONAL DE POESIAS GUEMANISSE- RIO DE JANEIRO 2006,I CONCURSO LITERÁRIO MEU AMOR É VOCÊ- RIO DE JANEIRO 2006, VI FESTIVAL DE POESIA DO CENTRO COMUNITÁRIO CASTELO BRANCO- SANTOS-SP 2006, VII FESTIVAL DE POESIA DO CENTRO COMUNITÁRIO CASTELO BRANCO- SANTOS-SP 2008, CONCURSO SÃO PAULO- UMA METRÓPOLE DE PALAVRA-RIO DE JANEIRO-RJ 2008. CONCURSO LITERÁRIO “UM SONETO PARA MACHADO DE ASSIS”- RIO DE JANEIRO-RJ 2008
MEU BRASIL BRASILEIRO, CANTA BRASIL – RIO DE JANEIRO – RJ 2008

Clara Liz

  Clara... Dos Ventos Clara... Vidente Clara... Chama da Rosa de vida   C laridade de seus poemas, seus dons artísticos são brilho pa...